DIGITE SUA PERGUNTA AQUI,ASSUNTOS DESTE BLOG

Carregando...

siga-me no face

chuva de verão


Ouvindo a chuva - Recados e Imagens para orkut, facebook, tumblr e hi5

Seguidores

ÓÓH, TI LINDO!!! VC TA MI SEGUINO, VÔ TI SEGUI TAMÉM..

ÓÓH, TI LINDO!!! VC TA MI SEGUINO, VÔ TI SEGUI TAMÉM..
As fotos apresentadas, salvo indicação em contrário, são retiradas da net

após beber refrigerante

após beber refrigerante

quarta-feira, agosto 04, 2010

Tratamento naturopático para gota e ácido úrico


por Gilberto Coutinho


A primeira descrição clássica de gota no Ocidente foi em 1683, feita por Sydenham, médico inglês que sofria desse mal. Doença inflamatória muito dolorosa, pertencente à família do reumatismo. Em geral, afeta primeiro as articulações dos membros inferiores e depois as dos membros superiores, ocasionando avermelhamento, calor e inchação local. As primeiras crises manifestam-se à noite, precedidas pela ingestão excessiva de alimentos ricos em purina (proteína) e em ácido úrico, como também pela ingestão de bebidas alcoólicas e devido ao uso de certos medicamentos alopáticos (diuréticos), a trauma e à cirurgia. Caracteriza-se por uma dor articular aguda, normalmente unilateral, que pode acentuar-se no período da madrugada até o amanhecer, ou durante a realização de um esforço físico. A crise dura de 4 a 7 dias, podendo prolongar-se além desse tempo; se for muito intensa, o seu agravamento pode ocasionar febre baixa e calafrios.


Relacionada a fatores hereditários – em alguns casos, doença familiar –, alimentares e individuais, a gota é ocasionada pela elevação da concentração de ácido úrico (produto final do metabolismo das purinas orgânicas e alimentares) e derivados (uratos) no sangue e pelo seu depósito nas articulações e ao seu redor, na forma de cristais de monourato de sódio, que originam grumos inflamatórios, o que favorece o desenvolvimento da artrite gotosa. A gonartrose (artrose do joelho) é um bom exemplo desse problema.


O fato de uma pessoa apresentar níveis elevados de ácido úrico no sangue não implica que a mesma seja portadora de gota. No sangue, o ácido úrico se interage com o sódio, dando origem ao urato sódico. Os cristais de monourato de sódio podem depositar-se na membrana sinovial (fina membrana que umedece, nutre e forra o interior das cápsulas das articulações móveis), nas cartilagens, nas articulações, nas estruturas periarticulares, nos ossos, nos tecidos subcutâneos, nos tendões, nos rins e em outros tecidos do corpo, causando inflamações e danos.


Entre as doenças crônicas e as metabólicas, a gota é uma das mais controláveis, porém podem ocorrer crises esporádicas com intervalos agudos variáveis e imprevisíveis, principalmente, quando o problema não é tratado de forma adequada e efetiva. Crises muito freqüentes podem vir a causar lesões e alterações nos ossos e nas cartilagens das articulações.


A concentração normal de ácido úrico no sangue é de até 7,0 mg/100 ml. Diariamente, cerca de 200 a 600 mg de ácido úrico são excretados na urina de um adulto. Isso corresponde a 2/3 da quantidade produzida pelo organismo, sendo o restante excretado na bile e no trato gastrintestinal. Quase todo ácido úrico no sangue é filtrado pelos rins (apenas uma pequena quantidade ligada à proteína não é filtrada), mas 80% são reabsorvidos após a filtragem.


Cada país tem suas peculiaridades; dependendo, portanto, disso, até 18% da população poderão apresentar ácido úrico acima do limite citado. Mas somente cerca de 20% das pessoas com excesso de ácido úrico no sangue (hiperuricemia) desenvolverão a gota.

Gota é mais comum no homem
A gota é uma doença mais freqüente no sexo masculino (95% dos casos), em geral manifesta-se entre os 30 e 50 anos. As mulheres tornam-se mais propensas a sofrerem desse mal durante a menopausa. É raro o diagnóstico em homens e mulheres jovens. Existe um ditado popular bem humorado: “Antes dos 50 é gostoso, depois, é gotoso”.


Uma pessoa pode conviver com ácido úrico elevado durante 20 a 30 anos sem que apareçam os primeiros sintomas de gota.


Alterações dos níveis de ácido úrico no sangue podem causar: cálculo renal (sua incidência encontra-se aumentada em pacientes com gota primária que excretem mais de 700 mg/dia de ácido úrico), gota, artrite úrica, insuficiência renal aguda e/ou crônica (cerca 90% dos portadores de gota sofrem de certo grau de disfunção renal), hipertensão arterial etc.


A gota e a hiperuricemia (aumento acima do normal de ácido úrico no sangue) encontram-se associadas a certas doenças subjacentes: obesidade, hipertensão arterial, diabetes mellitus, nefropatia, hipertiroidismo, hipercolesterolemia, hipertrigliceridemia e arteriosclerose.


Na maioria das vezes, a gota manifesta-se numa crise aguda de artrite; é muito comum a 1ª articulação do dedo grande do pé ser afetada (cerca de 50% dos casos), posteriormente, o tornozelo, o calcanhar e o dorso do pé. A região afetada torna-se tão sensível que qualquer pressão, mesmo a do vestuário e as das roupas de cama, pode tornar-se insuportável. Após a fase aguda, o paciente pode ficar assintomático durante semanas, meses ou até anos.


O surgimento de “tofos” – saliências ou depósitos sob a pele de cristais de uratos (matéria branca) nas articulações, orelhas e cotovelos, pés e mãos – é sinal de gota. A ocorrência disso indica que a doença gotosa não foi tratada devidamente. A região afetada pelo tofo fica edemaciada pela irritação da membrana sinovial e dos tecidos subcutâneos adjacentes. Na ausência de tofos, o diagnóstico da gota pode ser feito por meio de exame de sangue (dosagem de ácido úrico) e radiológico (raio X).


A etiologia (causa) mais freqüente é a ausência congênita de um mecanismo enzimático responsável pela excreção de ácido úrico pelos rins. Assim, como há uma deficiência em sua eliminação, a concentração de ácido úrico no sangue aumenta. Uma outra causa, menos comum, é um defeito enzimático que ocasiona um excesso de produção de ácido úrico. No último caso, os rins, mesmo funcionando adequadamente, não conseguem eliminar todo o excesso de ácido úrico que se acumula no sangue.


A concentração de ácido úrico pode ser determinada mediante o exame clínico de urina, colhida num período de 24 horas. Confirmada a hiperuricemia, devem-se investigar outras etiologias menos comuns, como a policitemia vera (aumento anormal de glóbulos vermelhos no sangue) e a psoríase.


Alguns medicamentos alopáticos podem diminuir a excreção de ácido úrico pelos rins: diuréticos, ácido acetil-salicílico (aspirina), etc.


A crise de gota pode reaparecer por falta de medidas controladoras e preventivas, pela ingestão de alimentos ricos em purina e ácido úrico e a de bebidas alcoólicas, que muito contribui para aumentar significativamente os níveis de ácido úrico no sangue e reduzir a sua excreção, como para aumentar a produção de lactato (substância resultante da oxidação do etanol), o que sobrecarrega e prejudica a função renal. O álcool é um fator precipitante das crises agudas de gota, e a eliminação de seu consumo torna-se necessária. É preciso adotar-se uma dieta saudável, mais alcalina e vegetariana para se evitar a concentração de compostos ácidos, pois esses contribuem para agravar a gota.

Terapêutica


Sob orientação, acompanhamento e prescrição terapêuticas, o tratamento naturopático envolve:


(1). Repouso – das regiões afetadas, durante a fase aguda, até sua normalização.


(2). Medidas dietéticas – O consumo abundante e regular de água, além de hidratar o organismo, torna a urina mais diluída, o que favorece a excreção de ácido úrico e reduz o risco de formação de cálculos renais. Devem ser evitados: carboidratos refinados (açúcares e amidos); frituras e gorduras saturadas; carnes em geral (bovina, suína, peixes e aves); miúdos (fígado, coração, língua e rins); frutos do mar e peixes pequenos (sardinhas, arenque, anchova, mexilhão, cavalinha, camarão e ovas de peixes); queijos; ovos; chocolate; leguminosas (feijão, grão de bico, ervilha, lentilha, grãos integrais; tomate com sementes; caldos e ensopados (o ácido úrico é muito hidrossolúvel, quando qualquer tipo de carne é cozido em água, ele se dilui); levedura (levedura de cerveja e do pão); café e chá; alimentos com níveis moderados de proteínas: espinafre, aspargo e cogumelo.

(3). Remédios botânicos – devem ser prescritos de acordo com os sintomas e sinais de cada paciente – Harpagophytum procumbens (Unha-do-diabo): antiinflamatório e analgésico, amplamente utilizado no combate da artrite, gota e reumatismo, reduz o ácido úrico; Echinodorus macrophyllus (Chapéu-de-couro): antiinflamatório, depurativo do sangue, diurético, auxilia no combate da artrite, do reumatismo, das afecções renais e das vias urinárias; Bowdichia virgilioides (Batata-de-sucupira): depurativo do sangue, antigotoso e anti-reumático; Banisteria argyrophilla (Cipó prata): antiinflamatório, diurético, indicado no combate das afecções renais e do ácido úrico; Leonotis nepetaefolia (Cordão-de-frade): tônico, combate dores artríticas e auxilia na eliminação do ácido úrico; Smilax japecanga (Japecanga): anti-reumático, depurativo e diurético; Barosma betulina (Buchu): diurético, combate excesso de ácido úrico, anti-séptico, tônico renal e antilítico (dissolve cálculos renais); Uncaria tomentosa (Unha-de-gato): antiinflamatório, combate artrite reumatóide, melhora as defesas imunológicas, antialérgico e cicatrizante.

(4). Suplementação nutricional – devem ser evitadas altas doses acima de 50 mg/dia de niacina e excessos de Vitamina A, que podem agravar as crises de gota. Devem ser indicados: Ácido fólico (inibe a xantina oxidase, necessária à síntese de ácido úrico); Ácido pantotênico; Betacaroteno; Vitamina C (aumenta a excreção de ácido úrico pelos rins; evitarem-se megadoses); Vitamina E; Zinco (apresenta ação antiinflamatória); Sulfato de Glucosamina (apresenta propriedades benéficas às articulações); Coenzima Q10; Complexo B; Ômega-6 (poderoso antiinflamatório natural do organismo); Quercetina (bioflavonóide indicado no combate da gota, inibe a xantina oxidase e protege as estruturas articulares); Bromelaína (enzima proteolítica com intenso poder antiinflamatório; acretita-se que ela amplie a absorção da quercetina e de outros suplementos e remédios).

(5). Obtenção do peso corporal ideal – 40% das pessoas que apresentam ácido úrico elevado e encontram-se acima do peso ideal só conseguem obter uma redução substancial do ácido úrico com o emagrecimento.


(6) Eliminação dos fatores precipitantes: bebidas alcoólicas, alimentos ricos em purina e ácido úrico e desidratação.


(7). Acupuntura Tradicional Chinesa – para o combate à dor (por meio liberação de endorfinas), do inchaço e da inflamação; para a melhoria da circulação sangüínea e do Tchi (bioenergia) e a promoção do relaxamento muscular.


(8). Massagens Terapêuticas – com óleos vegetais medicamentados, com propriedades diuréticas, depurativas, antiinflamatórias, anti-reumáticas, que auxiliem na eliminação do ácido úrico e toxinas.
Gilberto Coutinho

é terapeuta naturopata com formação em Medicina Tradicional Indiana


ALGUMAS RECEITINHAS CASEIRAS

  1.  O remédio é fazer uso de TRIGO INTEGRAL, ARROZ INTEGRAL, AVEIA INTEGRAL, CENTEIO INTEGRAL. Também fazer uso de frutas e legumes.
  1. Uma boa dica para quem sofre com o problema do ácido único é acrescentar à sua alimentação diária a salada de agrião, temperada somente com sal e azeite de oliva.
  1. Outra receita tem como base o limão (fruta). Espremer três limões e misturar o suco com meio cálice de água. Beber essa dose durante dez dias, em jejum. Depois desse período, descansar por uma semana e, em seguida, repetir a dose por mais dez dias, e assim por diante.
  1. Quem preferir pode ainda ferver 150 g de sabugueiro em dois litros de água, por aproximadamente dois minutos. Tomar um cálice cerca de seis vezes ao dia.
  1. Picar 1 folha de COUVE e colocar em uma vasilha. Despejar 3 xícaras de água fervendo e tampar até esfriar. Dose1 xícara de manhã, 1 à tarde e 1 à noite (sempre 1 hora antes ou 2 horas depois das refeições).
  1. Ferver por 10 min. 4 colheres cheias de folhas picadas de CHAPÉU DE COURO em 1 litro de água e com a panela tampada. Depois, continuando com a panela tampada, deixar esfriar. Dose1 xícara a cada 2 horas, no máximo 5 xícaras por dia.
  1. 1 hora antes do café da manhã, tomar em jejum o suco de 3 LIMÕES em 1/2 copo de água quente. Fazer a cura por 10 dias e parar 7 dias. Repetir a cura por 10 dias e parar 7 dias. E assim, mais vezes se precisar.
  2. COMER MORNAGUINHOS E CHPAR LARANJAS É OTIMO PELA VITAMINA C

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postagens populares

oferecido por Bianca

oferecido por Bianca