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ÓÓH, TI LINDO!!! VC TA MI SEGUINO, VÔ TI SEGUI TAMÉM..

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As fotos apresentadas, salvo indicação em contrário, são retiradas da net

após beber refrigerante

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Tinturas, pomadas , decoctos , infusões,unguentos,emplastros,compressas,loçoes

Dores Reumáticas, Articulares, Artrose,
Artrite,Nevralgia do Trigémeo entre outros.
Tintura de Caroço de abacate.


Preparar uma tintura com os caroços dos abacates e dentes de alho.
Colocar os caroços dos abacates, cortados ou ralados, num frasco de vidro e juntar um dente de alho, inteiro (sem descascar) por cada caroço de abacate. Juntar álcool etílico (álcool normal, de farmácia), ou alguma bebida muito alcoólica (aguardente, cachaça também podem ser usadas), até cobrir completamente os caroços e os alhos. Se os caroços forem ralados, pode juntar álcool até ao dobro da altura dos caroços...
Deixar assim durante vários dias (pode usar a partir das 48 horas). Se preferir, pode coar ao fim de 20 dias ou mais... e guardar apenas o líquido, a tintura, para usar.
Aplicar nas zonas afetadas e/ou doridas, massajeando demoradamente. Elimina a dor em pouco tempo e alivia o mal-estar devido às varizes...
Aplicar 2 vezes ao dia durante vários dias até as queixas desaparecerem completamente
Também pode usar para emagrecimento localizado e para celulite...


Tintura de cravinho (Cravo da Índia)











O cravinho também é conhecido como "cravo da Índia".


É um condimento de sabor intenso que se pode comprar nos super mercados.
Para fazer tintura usa-se o cravinho em grão.
Coloca-se um (ou mais) pacote de cravinho dentro dum frasco, cobre-se com álcool etílico ou com qualquer bebida muito alcoólica: cachaça, aguardente, rum, brandy, bagaceira, etc.
Cobre-se até um ou dois centímetros acima do cravinho.
Pode-se começar a usar ao fim de 12 horas (de um dia para o outro) mas fica mais forte ao fim de vários dias. Guarda-se assim mesmo e dura anos.
Como se toma, ou usa, depende da finalidade.
A tintura de cravinho tem uma infinidade de aplicações: pode ser usada na dor de dentes, nas inflamações de garganta, de estômago, do aparelho digestivo e outras; e também em todo o tipo de infecções ou afecções da pele, inclusive para micoses.
Ainda serve para resolver os problemas de prisão de ventre.
Fricciona-se a barriga, em movimentos circulares no sentido dos ponteiros do relógio (da direita para a esquerda), com 4 ou 5 gotas de tintura de cravinho misturadas com um pouco de óleo para a pele, leite corporal, ou creme. Faz efeito imediato.
Tanto internamente como externamente, nos casos gerais, a dose é uma ou duas gotas. Internamente numa colher de sopa cheia com água, sumo ou chá e toma-se duas ou três vezes ao dia, até desaparecerem as queixas.


Tintura de sucupira.


15 sementes de sucupira quebradas (para extrair o óleo)
colocar em vidro e cobri las com conhaque, aguardente,
ou alguma bebida com forte teor alcoólico. deixe curtir
por 20 dias e use 10 gotas em  (1 colher de sopa) de agua ,
suco ou chá três vezes ao dia ate desaparecem os sintomas.
sua utilidade veja neste blog em sementes de sucupira.
bom para artrites, artrose,reumatismos, acido úrico,gotas e etc...


Tintura para acabar com pulgas do seu cãozinho.



meio litro de alcool

1 pedra de canfora
1 punhadinho de cravo
1 punhadinho de erva doce
coloque tudo num vidro
deixe curtir por 1 dia e passe
com cuidado no seu cãozinho (proteja olhos nariz e boca)
melhor passar com algodão ou um tecido pequeno.


Uma infusão de arruda e poejo é óptima para lavar os animais domésticos, pois repele as pulgas e é inofensiva para bichos.



Para evitar que os cães tenham pulgas: aplicar 2 colheres de sopa de alecrim fervidas num litro de água.


1-Para sarna misture enxofre com oleo de cozinha faça uma pasta e passe no animal por cinco dias.


2-Para a sarna pode-se fazer um preparado de azeite e alho e aplicar nas áreas afectadas: alguns dentes de alho, um pouco de azeite (conforme a área a tratar) deixar cozer em lume brando e aplicar o azeite.

tinturaTINTURA DE ALECRIM

Anticéptico, bom para gases intestinais, lavar feridas, cortes, problemas do coração, não só o coração físico, mas o emocional, então para os decepcionados no amor podem recuperar-se rapidamente. Também é bom para depressão. Usa-se ainda para tosse.

TINTURA DE MARACUJA

Deixar em maceração durante 60 dias.Usar 20 gotas em meio copo d’água com mel, 3 vezes ao dia, se for para menopausa, nervosismo, febre e dor de cabeça. . Para insônia pode tomar dose dupla ao deitar-se.

TINTURA DE ANGICO

Cortar a entrecasca em tamanhos bem pequenos, colocar no álcool durante 20 dias
Usar 25 gotas ou uma colher de chá em um copo com mais ou menos 3 dedos de água. Se adoçar, faça com açúcar mascavo ou mel de boa qualidade.Pode ser ainda com melado de cana ou rapadura ralada. Recomendado para hemorragia (faz a compressa com água fria e coloca no ferimento), tosse, diarréia, fortificante e hemorróidas.

TINTURA DE HORTELÃ

Pode ser o hortelã graúdo ou miúdo, fazer a tintura, deixando no álcool absoluto por 20 dias, coar. Serve para mau hálito, infecção da boca, dor de garganta, má digestão; e vermífugo.
Para gargarejos usa-se 1 colher de sopa em um copo de água morna.
Se ingerir, usar 1 colher de chá em 1/4 de um copo d’água.

TINTURA DE ROSA VERMELHA

Deixar em maceração no álcool absoluto por 28 dias.
Pode ser usado na pele após o banho, é tônico e evita a flacidez.
Bochechar e gargarejar para afta e garganta.
Muito bom para banho de assento em caso de corrimento, neste caso usar água morna.

TINTURA DE TANGERINA

Excelente para usar como perfume não só do corpo como também de ambientes.
Coloca-se a casca da tangerina no álcool, filtrar e colocar 1 colher de sopa de limão galego (cor de rosa). Pode ser usado ainda para eliminar odores não só das axilas como também dos pés (chulé).

TINTURA DE CANELA, CRAVO E ERVA DOCE

Deixar em maceração no álcool absoluto por cerca de 20 dias; usar em gargarejos com água morna para rouquidão e dores de garganta; infecção da boca e mau hálito, Bochechar com água.
Para cólicas e como calmante, usar uma colher de chá em três dedos de água , Tomar 3 a 4 vezes ao dia
É bastante energético, tem pessoas que se sentem mais eletrizadas durante o dia, mas neste caso é bom evitar usar depois das 16 horas.

TINTURA DE ALHO

O alho é um antibiótico natural. Pega-se uma a duas cabeças de alho, tritura e coloca no álcool. . Deixa descansar durante 10 dias, depois filtra e acrescenta um copo de água destilada. A seguir distribuir em frascos, se possível em conta gotas.
Para crianças, usar uma gota para cada ano de idade. Exemplo: uma criança com 5 anos, tomará 5 gotas. Para adultos, usar 25 gotas, não importa a idade , Diluir em água
Fazer Tinturas
Obtêm-se impregnando a erva em álcool para que exerça uma ação mais forte do que as infusões ou decoctos.
As tinturas duram 2 anos – no máximo – se guardadas num local escuro e fresco.
O álcool ideal é a vodka de 35 a 40º , mas o rum disfarça o gosto das ervas mais amargas, podendo ser usado também o álcool de cereais. Uma dose padrão é de 5 ml, díluidos em 25 ml de água, 2 a 3 vezes por dia.
1 – Acrescentar Álcool – coloque 200 g de ervas secas, ou 300 g de frescas, cortadas num jarro de vidro.
Acrescente-lhes 1 litro de álcool. Tape o jarro e rotule-o.
Agite-o 1 a 2 minutos e guarde-o em local fresco, durante 10 a 14 dias, agitando-o diariamente.
2 – Extrair o Líquido – Monte o espremedor de uvas e ponha-lhe um saco de rede, bem preso.
Coloque a mistura, esprema-a e apare o líquido do jarro.

3 – Engarrafar e guardar – Feche lentamente o espremedor para extrair todo o líquido e jogue fora o que restou da erva.
Com um funil, decante o líquido para frascos de vidro escuro. Tape-os com uma rolha de cortiça, ou uma tampa de rosca, rotule-os e guarde-os.

Tintura de Agnus
(Vitex agnus-castus): É indicado nos problemas menstruais, tais como amenorréia, dismenorréia, síndrome pré-menstrual, menopausa, transtornos consecutivos a uma hiperfoliculinemia ou hiperprolactinemia; nas distonias neurovegetativas, tais como ansiedade, insônia, palpitações, taquicardia e vertigens; nos espasmos gastrintestinais e externamente aplicado sobre feridas. Em Homeopatia tem como principal uso a apatia e a impotência sexual principalmente dos homens.

Tintura de Agoniada
(Plumeria lancifolia):
Usados nas febres em geral e, em particular, nos ingurgitamentos ganglionares, adenites, linfatismo; útil também na amenorréia e nas menstruações difíceis e doloridas.

A agoniada tem ação direta sobre o útero, que descongestiona, auxiliando a concepção e regularizando as menstruações difíceis. Útil ainda nas afecções histéricas, ingurgitamentos ganglionares, linfatites e doenças de pele.
Tintura de Alcachofra
(Cynara scolymus):
afecções hepatobiliares, reduz a taxa de uréia e colesterol, alivia os males gástricos e renais, hipertensão.

Tintura de Alcaçuz
(Periandra dulcis):
é empregado como expectorante, laxante, diurético, resolutivo, béquico, calmante contra afecções brônquicas, pulmonares, nas doenças das vias urinárias, inflamação do ventre, no defluxo, no catarro crônico, no desarranjo bilioso quando na gastrodinia, na náusea, na pressão no estômago, na congestão hepática e na dispinéia.

Tintura de Alecrim
(Rosmarinus officinalis):
Indicado internamente em afecções hepatobiliares; na inapetência; nos espasmos gastrintestinais; nos casos de colecistite crônica e na hepatite; nos casos de stress. Externamente é indicado nas inflamações osteoarticulares, seborréia, contusões, entorses, como fortificante do couro cabeludo, anticaspa e na prevenção da queda capilar.

Tintura de Amora
(Morus nigra):
É indicada nas hiperglicemias, diarréias, feridas e ulcerações dérmicas.

Tintura de Angélica
(Angelica archangelica):
A Angélica archangelica é indicada na ansiedade, insônia, inapetência, dispepsias, flatulência, espasmos gastrintestinais, gastroenterite, enterocolite, bronquite, enfisema, asma, enxaqueca, dismenorréia e hipertensão arterial. Topicamente é empregada no reumatismo, neuralgia, ferida e nas úlceras dérmicas. A angelicina exerce efeito sedativo assim como também vasodilatador coronário e antitrombótico. Já o felandreno tem demonstrado possuir diversas ações: antiespasmódica, antiflatulenta e eupéptica.

Tintura de Anis estrelado
(Illicium verum):
O Anis Estrelado é indicado na inapetência (falta de apetite), nas dispepsias hiposecretoras, nas gastroenterites, na flatulência, nos espamos gastrointestinais, e nas bronquites.

Tintura de Arnica
(Solidago microglossa): sedativo e analgésico. Externamente é usado em quedas, contusões e traumatismos. A Arnica Nacional é empregada com vantagem nas moléstias do estômago. É reputada como substituta da Arnica Verdadeira (Arnica montana L.), produzindo efeitos iguais. Popularmente é muito utilizada como vulneraria e anti-séptica.

Tintura de Assa peixe
(Vernonia polyanthes):
Diurética, expectorante, hemostática e béquica. São empregadas no tratamentos de bronquites, gripes e tosses persistentes, além de eliminar cálculos renais.

Tintura de Aveia (Avena sativa): A tintura de aveia contém um sedativo (a avenina) utilizado para combater insônias e stress, atuando como regulador do sistema nervoso.
Tintura de Barbatimão
(Stryphnodendron barbatimao): Seu uso terapêutico inclui os quadros diarréicos, diabetes mellitus, escorbuto e flatulência. Externamente é aplicado em ferimentos, hemorróidas e irritações vaginais.

Tintura de Benjoim
(Styrax tonkinensis):
É indicado para bronquite, enfisema e asma. Topicamente, é usado nas feridas, ulcerações, micoses, gengivites, parodontopatias, acnes, furúnculos, psoríase e eczemas.

Tintura de Berinjela
(Sonalum melogena): Protetor das funções hepáticas; aumenta a produção de bílis e sais biliares; facilita a concentração da vesícula biliar; laxante; digestiva; diminui e regula o colesterol.

Tintura de Beterraba
(Beta vulgaris L.):
Antitumoral, digestivo, diurético, estimulante digestivo e hepático, hepato-protetor, nutritivo, rejuvenescedor, tônico cardíaco.

Tintura de Boldo (Peumus boldus): É indicado para cálculos biliares, cistite, reumatismo, como estimulante da digestão, e principalmente no tratamento da colelitíase com dor.
Tintura de Camomila
(Matricaria chamomilla):
A Camomila é indicada na gastrite, úlceras gastroduodenais, colite, espasmos gastrointestinais, inapetência, náuseas, vômitos, dispepsias hiposecretoras, ansiedade, nervosismo, insônia, cefaléia, bronquite crônica, asma e dismenorréia. Externamente é indicada: contusões, feridas, nervralgias, aftas bucais, estomatite e vulvovaginites. Como cosmético, é preventivo de rachaduras de peles sensíveis e secas, e para clarear os cabelos. Em uso externo é antiinflamatório, analgésico, cicatrizante e antiséptico. É utilizada em shampoos para clarear os cabelos.

Tintura de Cantárida
(Cantharis vesicatoria):
Indicado para indivíduos que sentem medo e inquietação com gemidos. Frenesi amoroso; furioso desejo sexual, quase maníaco; excitação amorosa; ninfomania; cistite; eczemas; queimaduras; perturbação no fígado, intestino e estômago. Muito indicado para cálculos renais.

A medicina chinesa aplica a Cantárida na pele para melhorar a circulação, como por exemplo para irrtações locais e contra infecções.
Tintura de Capsicum
(Capsicum sp.):
Rubefaciente, revulsivo, estimulante digestivo, estimulante circulatório, estimulante da função cardíaca, tônico, anti-séptico e anti-flogístico.

Tintura de Carqueja
(Baccharis triptera): A Carqueja é empregada principalmente como digestivo, hepatoprotetor, diurético e externamente em feridas e ulcerações.

Tintura de Castanha da Índia
(Aesculus hippocastanum): É indicada na fragilidade capilar, varizes, insuficiência venosa, hemorróidas, tromboflebite, edema, metrorragia e dismenorréia.

Tintura de Cavalinha
(Equisetum sp): É indicada na astenia; convalescença; anemia; consolidação de fraturas; reumatismo; osteoporose; prevenção da arterosclerose; como diurético, sendo então utilizada nas afecções genitourinárias (cistite, ureterite, uretrite e urolitíase), gota, hipertensão arterial, edemas e sobrepeso acompanhado de retenção de líquidos. Topicamente pode ser aplicada sobre as feridas e ulcerações dérmicas, orais ou da córnea, bem como nas blefarites, conjuntivites, faringites, dermatites, eritemas e pruridos, além de ser um dos ativos em tratamentos de celulites.

A abundância de sais de silício confere propriedades remineralizantes e contribui na manutenção do tecido conjuntivo, estimulando a biossíntese das fibras de colágeno e de elastina, pelos fibroblastos, aumentando desta forma a elasticidade dos tecidos Isso explica o seu uso em afecções ósseas como a osteoporose e consolidação de fraturas, além de processos reumáticos.
Tintura de Centella
(Hydrocotyle asiatica):
Topicamente é indicada nas feridas, úlcera dérmica, eczemas, eritema, estrias, queimaduras, psoríase, vulvovaginite, distrofia da mucosa vulvovaginal, ulcerações dérmicas, bucais ou da córnea, blefarites, conjuntivite, parodontopatias, faringite, dermatite e prurido. Oralmente é utilizada na insuficiência venosa e depressão nervosa. Em Homeopatia o principal uso da Centella é na hanseníase e na elefantíase, além da aplicação na psoríase e icitiose.

Tintura de Chapéu-de-couro
(Echinodorus macrophyllus):
O Chapéu de Couro é utilizado nas afecções das vias urinárias, reumatismos, artrite, eczemas e furúnculos, afecções cutâneas, doenças renais, problemas do fígado. São atribuídas as propriedades diurética e depurativa.

Tintura de Coentro
(Coriandrum sativum):
É indicado para problemas hepáticos não tão graves. Sua ação digestiva é muito boa, podendo também ser empregado para combater cólicas intestinais e problemas de gases.

Tintura de Dente-de-leão
(Taraxacum officinale): É indicado para pessoas predispostas ou que possuam cálculo biliar, coleocistite, inapetência, oligúria, problemas hepáticos, cirrose e desordens hepatobiliares. É uma das ervas mais seguras como diurética, utilizada em tratamentos de afecções genitourinárias: cistites, uretrites e também na hipertensão arterial. É coadjuvante no tratamento da obesidade, problemas dermatológicos, dispepsia, hipoacidez gástrica e desordens reumáticas.

Tintura de Echinácea
(Echinacea purpurea):
Útil como agente de cicatrização para abcessos, queimaduras, eczema, úlcera varicosas das pernas e outros ferimentos cutâneos e como imuno–estimulante inespecífico para tratamento de suporte das infecções aéreo superiores e infecções das vias urinárias.

Tintura de Erva-doce
(Pimpinella anisum): tem propriedades expectorantes, diuréticas, digestiva e coagulante. Alivia cólicas causadas por gases; combate diarréias e vômitos.

Tintura de Espinheira-santa
(Maytenus llicifolia): tonificante, anti-úlcera, carminativa, cicatrizante, anti-séptica, levemente diurética e laxativa, auxilia na eliminação de gases intestinais.

Tintura de Eucalipto
(Eucalyptus globulus):
É indicado para afecções respiratórias, tais como: gripe, resfriados, faringite, bronquite, asma, rinite, sinusite e traqueítes; cistite; diabetes melittus. Externamente é indicado em eczemas, irritações cutâneas, feridas e vulvovaginites.

Tintura de Funcho
(Foeniculum vulgare):
Os frutos do Funcho são indicados na inapetência, nas dispepsias hiposecretoras, na flatulência, nos espasmos gastrintestinais, nas diarréias, na dismenorréia, nas dores musculares e reumáticas, na bronquite, na asma e na lactância.

Tintura de Garcinia
(Garcinia cambogia): Além dos efeitos de inibição de ácidos graxos e do aumento da taxa de queima de gordura, a Garcínia possui um efeito regulador do apetite, esse efeito ocorre no fígado, via regulação do nível hepático de glicose, o ácido (-)-hidroxicítrico atua como um barômetro dos níveis de glicose no fígado. É indicado para obesidade, inibição do apetite, colesterol, triglicerídeos, lipídeos, uremia, problemas no fígado devido à malária.

Tintura de Gengibre
(Zingiber officinale):
Possui uma ação carminativa e digestiva. É usado para controlar enjôos e vontade de vomitar devido a viagens de avião, carro e navio. É usado para gripes, resfriados, possui ação antitussigena, podendo ser utilizado com excelentes resultados para a bronquite. Ajuda a fortalecer o sistema nervoso segundo a medicina ayurveda. Os indianos dizem que permite transportar mais energia pelo corpo, podendo ser usado para cólicas menstruais, tônico corporal para fadiga geral e até mesmo para febre.

Tintura de Gimnema
(Gymnema sylvestre):
Apresenta ação adstringente, estomáquico, tônico e refrescante. A sua principal aplicação está centrada na sua propriedade de suprimir o gosto de açúcar, utilizada no caso de Diabetes melitus. Sabe-se que ao se mastigar a folha, é amortizada a vontade pelo gosto doce, bem como o amargor de substâncias amargas. Este efeito redutor é esperado que dure uma ou duas horas, não interferindo na sensação de outros sabores como o salgado, o ácido e o adstringente.

Tintura de Ginseng/ Pfaffia
(Panax ginseng):Fortalece o sistema imunológico; Fortalece coração e proporciona melhora na circulação sanguínea; Ativa a formação de glóbulos sanguíneos (brancos e vermelhos); Melhora generalizada na disposição física e mental; Auxilia no tratamento de perda gradativa de memória.

Tintura de Guaçatonga
(Casearia sylvestris): Apresenta propriedades depurativa, anti-reumática, vulnerária, cardiotônica, antiobésica, diurética, antiartrítica, hemostática, anestésica tópica em lesões da pele, anticolesterolêmica, afrodisíaca, antipirética, cicatrizante, anti-séptica, eupéptica, anti-herpética, antiulcerogênica, antiofídica, antidiarréica, antimicrobiana, fungicida e calmante.

Tintura de Guaco
(Mikania guaco):
É empregado nas afecções do aparelho respiratório: bronquite crônica, asma e tosses; nas dores de origem reumática; nos quadros febris; Externamente é indicado nas dermatites, nos ferimentos e nas afecções da orofaringe.

Os constituintes do Guaco relaxam a musculatura lisa das vias aéreas e estimulam a secreção do muco, facilitando a expulsão do catarro pela tosse. Portanto promove uma ação broncodilatadora, expectorante e antiasmática. Nos estados febris, promove aumento da sudorese e aumenta a diurese. Possui, então, ações febrífuga e diurética, respectivamente. Forma uma película ou uma espécie de filme protetor quando aplicado sobre a pele. Exerce efeito emoliente, depurativo e cicatrizante.
Tintura de Hamamelis
(Hamamelis virginiana):
adstringente, hemostático, vasoconstritor, tônico, anti-hemorrágico, descongestivo.

Tintura de Hipérico
(Hypericum perfuratum):
É indicado para o tratamento da ansiedade, da depressão, nos transtornos neurovegetativos associados ao climatério, na enurese, nas disquinesias biliares, nos espasmos gastrintestinais, na gastrite, na síndrome do cólon irritável, na asma, nas varizes, nas hemorróidas e na fragilidade capilar. Topicamente é utilizada para a cura de feridas, queimaduras, eczemas, contusões e acne.

Tintura de Hortelã
(Mentha piperita):
é indicada nas afecções gastrintestinais: inapetência, dispepsias hiposecretoras, flatulências, enterites, síndrome do cólon irritável, coleocistites, disquinesias hepatobiliares e vômitos; nas enxaquecas; nas dismenorréias; na fadiga e na sinusite. Topicamente é aplicada sobre as inflamações osteoauriculares, nas dores de dente, na urticária, nos eczemas, nas dermatomicoses, nas gripes e resfriados, na bronquite, rinite, sinusite e asma.

Tintura de Jurubeba
(Solanum paniculatum): Tem como uso terapêutico: colagogo, colerético, carminativo, antiinflamatório, digestivo, emenagogo, diurético, hepatoprotetor, tônico e febrífugo. É empregado na inapetência, na atonia gástrica, na debilidade, nas infecções fígado.

Tintura de Kawa-kawa
(Piper methysticum): tônico, depurativo, adstringente, sedativo, empregado no tratamento de sífilis. é indicado no controle da ansiedade; na menopausa; em Síndromes pré-menstruais; na insônia; como relaxante muscular e anticonvulsivante (epilepsia).

Tintura de Lúpulo
(Humulus lupulus): É indicado por via interna na inapetência, nas dispepsias hiposecretoras, na coleocistite, nos espasmos gastrointestinais, na ansiedade, na insônia, na taquicardia, nas enxaquecas, nas nervralgias e nos transtornos associados com o climatério. Topicamente é usado na acne, nas dermatomicoses e nas inflamações osteoarticulares.

Tintura de Malva
(Sida cordifolia):
É utilizada para o tratamento nas desordens hepáticas e reumatismo. Possui propriedades adstringentes, diurética e tônica, além do emprego nas doenças urinárias, ciática, paralisia facial e leucorréia.

Tintura de Maracujá
(Passiflora incarnata): Anticonceptivo, antiespasmódica, antifebril, calmante, hipnótico, hipotensor, refrescante, sedativa, sonífera e tonificante.

Tintura de Melissa
(Melissa officinalis): É indicada na inapetência, na gastrite, nos espasmos gastrintestinais, nas disquinesias hepatobiliares, meteorismo, nas coleocistites, nas diarréias, na ansiedade, na insônia, na hipertensão arterial, na taquicardia, na enxaqueca, na asma, na dismenorréia, em feridas, no hipertiroidismo e herpes simples.

Tintura de Mulungu
(Erytrina mulungu):
Sedativo e calmante poderoso. Útil nas insônias, histerias, tosse e nos acessos asmáticos. É desobstruente do fígado.

Tintura de Orégano
(Origanum majorana):
Possui ação anti-séptica, antiinflamatória, alivia cólicas e facilita a digestão. É muito usado contra enjôos.

Tintura de Peônia
(Paeonia officinalis):
É Vasoconstritora e anti-espasmódica. Indicada para febre, dor, sangramentos, efridas, hemorragias e hemorróidas. Seu uso é mais comum é nas dilatações venosas, com ou sem sangramento, seja nas varizes ou nas hemorróidas. Também funciona como tônico e calmante. Pode ser usada como chá, pomada, supositório ou extrato alcoólico.

Tintura de Própolis:
Utilizada em inflamações e gangrena da polpa dentária; inflamações da gengiva; úlceras bucais; inflamações do ouvido médio; amigdalite crônica; úlceras do estômago e duodeno; úlceras gastrintestinais crônicas; vaginite, erosão cervical e giardiase humana.

Tintura de Quebra-pedra
(Phyllanthus acutifolius):
Possui ação analgésica e relaxante muscular. Excelente diurético e elimina cálculos renais. Ácido úrico, anúria, ascite, artrite, beriberi, colecistite, derrame (AVC), diabete, urétra. Abortiva e purgativa em dosagens acima das normais.

Tintura de Raiz de lótus
(Nelumbo nucifera): Distúrbios respiratórios (sinusite, rinite, bronquite); tosse com catarro; rouquidão; asma; dor de garganta; prevenção e tratamento de pneumonia; afecções respiratórias; catarro pulmonar; cólera; desobstruir as vias respiratórias e eliminar as secreções; efizema pulmonar; distúrbio estomacal; febre; gripes; laringite; suores da menopausa; vômitos; tosse de origem alérgica provocadas por agentes irritantes como fumo e poluição; imunoestimulante; antialérgico.

Tintura de Romã
(Punica granatum): Auxiliar em inflamações internas e externas, como: garganta e amígdalas, diarréia, cólicas intestinais; Irrigações vaginais para leucorréia; Solitária e outros vermes; Osteoporose; Colesterol; Menopausa; Artrites; Clareador da pele e filtro – solar; Auxiliar no tratamento oncológico.

Tintura de Salsaparrilha
(Smilax officinalis):Depurativo e anti-sifilítico, para moléstias da pele e reumatismo.

Tintura de Silimarina
(Silymbum marianum/ Cardum marianum):
A silimarina é um bioflavanóide extraído da fruta de Silymbum marianum muito utilizado por suas propriedades colagogas e coleréticas, antialérgicas e estimulante do sistema circulatório.Bastante indicada no tratamento dos distúrbios hepáticos e no combate a hepatotoxicidade causada pelos radicais livres (peroxidação lipídica).

           
Tintura de Tuia
(Thuja occidentalis):
Expectorante, diurético, anti-helmíntica (vermífuga), estimulante, tratamento do reumatismo. Uso externo: verrugas.

Tintura de Yam mexicano
(Dioscorea villosa):
é utilizado na medicina popular, como um infuso para facilitar o trabalho de parto, diminuindo a dor. É indicado também para cólicas gastrintestinais, asma, reumatismo e gastrite crônica. Também usado na terapêutica na doença de Addinson, em algumas alergias, dermatite de contato, artrite reumatóide, dor ciática e picadas de insetos. Pode ser usado também na menopausa, dismenorréia, tensão pré-menstrual, distúrbios testiculares, impotência, hipertrofia da próstata e alterações psicossociais.

Tintura de Zedoaria
(Curcuma zedoaria):
Indicada para combater a má digestão, úlcera, gastrite e halitose de origem digestiva. Combate placa bacteriana, trata gengivites e piorréia dentária. Usado como dentifrício para minimizar os processos inflamatórios da boca. Externamente usado como cicatrizante de escaras e úlceras.

Tintura de alho
Indicações: baixar a pressão, diurético (para urinar Mais), antiinflamatório, ácido úrico, reumatismo, dor de cabeça, nevralgia, insônia, dores musculares e cansaço contínuo, menopausa, herpes, baixar o açúcar no sangue, ativar o funcionamento do fígado, prisão de ventre, hemorróidas, vermífugo e aparelho respiratório. Os remédios a base de alho são dos mais usados na medicina popular.
Ingredientes: 8 colheres de sopa de alho picado
1 xícara de chá de álcool
Preparo: descansar o alho, picar e socar. Juntar todo o álcool e deixar macerar por 20 dias. Coar e guardar.
Modo de Usar: 20 gotas duas vezes ao dia, para adultos.

Tintura de funcho (Atroveran)

Indicações: digestivo e gases intestinais.
Ingredientes: 15 colheres de sopa de funcho
Meio litro de álcool
Preparo: conforme receita básica da tintura.
Modo de usar: adultos – 15 gotas depois das refeições.

Tintura Figatil
Indicações: má digestão e cólicas menstruais.
Ingredientes:
8 colheres de sopa de carqueja
8 colheres de sopa de boldo
8 colheres de sopa de gervão
5 colheres de sopa de losna
5 colheres de sopa de flores de Artemísia
½ litro de álcool

Preparo: conforme receita básica da tintura
Modo de usar: adultos – 10 gotas depois das refeições.

Tintura de Arruda
Indicações: cólicas menstruais, menstruação irregular e piolhos.
Ingredientes:
15 colheres de sopa de folhas de arruda
½ litro de álcool
Modo de fazer: conforme receita básica da tintura.
Modo de usar: Problemas menstruais – 10 gotas, 2 vezes ao dia; piolhos- aplicar no cabelo, meio copo da tintura em dois litros de água.

Tintura de Chapéu de Couro
Indicações: ácido úrico, artrite, reumatismo, impurezas no sangue, infecções urinarias, erupção da pele, hidropsia (água no corpo), revigorante.
Ingredientes:
5 colheres de sopa de folhas de chapéu de couro
1 xícara de chá de álcool
Modo de fazer: conforme receita básica da tintura
Modo de usar: adultos – 3 vezes ao dia, 15 gotas.

Tintura de Quebra-Pedra
Indicações: problemas do aparelho urinário (cistite, cálculos, infecções), distúrbios na próstata.
Ingredientes:
5 colheres de sopa de quebra-pedra
1 xícara de chá de álcool
Modo de fazer: conforme receita básica da tintura.
Modo de usar: adultos – 20 gotas duas vezes ao dia.

Tintura de Própolis
Indicações: infecções em geral, reumatismo.
Ingredientes:
5 colheres de sopa de própolis, limpa e moída
1 xícara de chá de álcool
Modo de fazer: misturar o álcool e o própolis num vidro e envolver em papel escuro. Agitar por 10 minutos. Deixar macerar durante 15 dias, agitando o vidro diariamente. Coar e guardar em vidros contra-gotas.
Modo de usar: interno 15 gotas, 2 a 3 vezes ao dia para adultos. Diminuir o tempo entre as doses em casos mais graves; externo – em compressas e como componentes de pomadas.

Tintura de cânfora e abacate
Indicações: reumatismo, varizes.
Ingredientes:
8 colheres de sopa de folhas de abacateiro
5 colheres de sopa de folhas de cânfora
½ litro de álcool
Modo de fazer: conforme receita básica da tintura
Modo de Usar: externo – aplicar sobre o local afetado.

Tintura anti-séptica
Indicações: desinfecção e cicatrização de feridas.
Ingredientes:
2 colheres de sopa de flores e folhas de alfazema
2 colheres de sopa de folhas de alecrim
2 colheres de sopa de losna
2 colheres de sopa de sálvia
2 colheres de sopa de tintura de própolis
Modo de fazer: conforme receita básica da tintura
Modo de usar: externo – umedecer algodão ou gaze e colocar na ferida



Gengibre

OUTROS NOMES Zingiber officinale

PARA TRATAR
 Enjôo de viagem e náusea
PREPARO O gengibre em pó é feito lavando, secando, moendo e peneirando o rizoma (a raiz subterrânea).
POSOLOGIA Tome uma colher de chá rasa do pó 30 minutos antes de viajar. Para evitar a náusea, tome 1/2 colher de chá do pó 3 vezes ao dia.

PARA TRATAR
 Disenteria bacilar
POSOLOGIA Tome 45g de gengibre fresco em porções durante o dia.

PARA TRATAR
 Tosses, bronquite e reumatismo
PREPARO Faça uma tintura com 25g de gengibre recém picado e 100ml de álcool 70%. Deixe por uma semana e filtre.
POSOLOGIA Tome 10–20 gotas da tintura 3–4 vezes ao dia. Use, também, como anti-séptico para pequenas feridas.

PARA TRATAR
 Reumatismo
PREPARO Faça um óleo de gengibre, aquecendo 10g de gengibre picado em 50g de óleo vegetal por 1 hora em banho-maria. Coe e deixe esfriar.
POSOLOGIA Aplique nas áreas doloridas.












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Muitas vezes, dispomos de verdadeiras farmácias em casa, na forma de plantas e ervas medicinais, mas não sabemos como prepará-las. Abaixo temos algumas das formas mais tradicionais de se preparar remédios a base de ervas medicinais.
Utensílios
Utiliza-se bules e panelas de vidro, esmalte ou aço inoxidável, de facas e espátulas de madeira ou inox, de peneiras de plástico ou nylon.
Um espremedor de uvas será bom para tinturas.
Elimine o alumínio, porque este elemento é muito bem absorvido pelas ervas.
Todos os utensílios têm de ser esterilizados – pelo menos durante 30 min – em água fervente.
A esterilização é uma medida de higiene e evita que os remédios ganhem bolor.

Medir Remédios
Nunca exceda as quantidades de erva que a dosagem indica.
O numero de gotas por ml varia conforme o calibre da pipeta (tamanho da sua extremidade), portanto verifique-o contando, se for preciso.

1 ml = 20 gotas
5 ml = 1 colher de chá
10 ml = 1 colher de sobremesa
20 ml = 1 colher de sopa
150 ml = 1 xícara de chá
Fazer Decoctos
Raízes, casca, raminhos e frutos precisam, habitualmente, dum tratamento mais energético do que folhas ou flores, até se lhes extrair os constituintes.
Um decocto exige que se faça ferver em fogo brando essas partes mais duras.
Podem-se usar plantas frescas, ou secas, que se cortam ou partem em bocadinhos.
Os decoctos ingerem-se quentes ou frios.
Uma dose-padrão é a 3 a 4 porções diárias (500 ml).
1 – Ferver a Erva – Coloque 20gr de ervas secas, ou 40gr de frescas numa panela.
Cubra-as com 750 ml de água fria e coloque no fogo, até o ponto de ebulição.
Deixa-as ferver 20 a 30 minutos , até o liquido se reduzir cerca de um terço.
2 Coar e Guardar – Por um coador, coe o liquido para dentro dum jarro.
Transfira para uma xícara a quantidade necessária.
Tape o jarro e guarde-o na geladeira, ou num local fresco, durante 48 horas – no máximo.

Dá 3 a 4 porções (500 ml).
Fazer Infusões
Trata-se da maneira mais simples de preparar as partes aéreas mais delicadas das plantas, principalmente folhas e flores.
Faz-se como se fosse um chá, usando uma erva ou várias, juntamente, e pode-se beber quente ou frio. A dose-padrão é de 3 a 4 porções (500 ml) por dia e tem de ser preparada diariamente.

1 – Colocar a Erva – Coloque uma colher de chá de ervas secas, ou duas de ervas frescas, ou várias ervas misturadas, num coador para tisanas e coloque-o na xícara.
Encha esta com outra xícara de água acabada de ferver.
2 – Infundir e Coar – Ponha a tampa da xícara e deixe infundir a erva 5 a 10 minutos, antes de retirar o passador. Acrescente-lhe uma colher de chá de mel como adoçante, se quiser, e beba imediatamente. Dá 1 dose.
3 – Infundir no Bule – Coloque no bule 20 g de ervas secas, ou 30 de frescas.
Acrescente-lhe 500 ml de água acabada de ferver, tape e deixe repousar 10 minutos.
Coe parte da infusão para uma xícara e adoce-o com mel, se quiser.



Fazer Unguentos
Os unguentos são feitos de óleos ou gorduras, aquecidos com ervas. Ao contrário das pomadas, não contêm água e formam uma camada independente á superfície da pele. Protegem-nos de feridas ou inflamações e concedem á zona afetada constituintes medicinais – como óleos essenciais. São úteis em problemas como as hemorróidas ou quando se precisa de hidratação – lábios gretados.
Podem-se fazer partindo de dezenas de bases, embora as mais simples sejam o gel de petróleo ou a cera de parafina branda.
Os óleos essenciais misturam-se mesmo antes de coar. Guarda-se o unguento em potes de vidro escuro durante 3 meses – no máximo.

Aplicar um pouco, na área lesionada, 3 vezes por dia, é uma dose padrão.
1 – Ferver e Coar – Derreta 500 g de gel de petróleo numa tigela de vidro, metida numa caçarola de água a ferver. Acrescente-lhes 60 g de ervas secas, ou 150 de frescas, picadinhas, e deixe fervilhar 15 minutos, sempre a mexer.
2 – Espremer – Deite para dentro dum saco de pano fino, preso a um jarro. Deixe o líquido filtrar-se através de do saco e, com luvas de borracha, esprema do saco para o jarro o mais que puder do unguento.
3 – Envasilhar e Guardar – Rapidamente, coloque o unguento derretido em frascos esterilizados, antes que solidifique no jarro. Ponha as tampas nos frascos, sem apertar. Quando esfriar, aperte então as tampas, rotule e guarde.

Fazer Emplastros
Um emplastro é uma mistura de ervas frescas, secas ou pulverizadas que se aplica a uma área afetada. Leva muito pouco tempo para preparar um emplastro e serve para acalmar as dores nervosas ou musculares, de entorses ou de fraturas, bem como para drenar furúnculos.
1 – Ferver a água – Ferva 2 minutos uma porção de erva que cubra a área afetada. Esprema-lhe a água da fervura, esfregue um óleo no local da aplicação, para evitar que a erva se pegue, e aplique-a aí, enquanto quente.
2 – Segure o Emplastro – Prenda bem a erva no seu lugar, com faixas ou ataduras de gaze. Deixe atuar 3 horas e ponha um novo emplastro de 2 em 2 ou 3 em 3 horas – conforme for preciso.

Fazer Pomadas
Trata-se de um processo em que se combina óleo e gordura, e água, numa emulsão.
Mas, se acelerar o processo, os ingredientes são capazes de se separar. Ao contrário dos unguentos, as pomadas penetram e têm a vantagem de serem refrescantes e calmantes permitindo, contudo, que a pele respire e transpire naturalmente. No entanto, as pomadas podem-se deteriorar depressa e é melhor guardá-las em potes estanques e escuros, na geladeira – duram 3 meses.
Pode-se adicionar a uma pomada pequenas quantidades de outros ingredientes – tinturas, pós, óleos essenciais – antes ou depois de colocar nos frascos. É possivel fazer pomadas com infusões, tinturas ou óleos infundidos.
A maneira comum de usar é esfregar um pouco na área afetada – 2 a 3 vezes por dia.
1 – Ferver Cera e Ervas – Derreta 150 g de cera emulsionante numa tigela de vidro, em banho-maria. Acrescente-lhe 70 g de glicerina, 80 ml de água e 30 g de ervas secas ou 75 g de frescas. Vá mexendo e deixe ferver durante 3 horas.
2 – Coar e Mexer – Passe a mistura por um espremedor de uvas, ou um saco de pano fino, para filtrar. Mexa-a lentamente, sem parar, até esfriar e a pomada estabilizar.
3 Envasar e Guardar – Com uma faquinha – ou espátula – de metal, coloque a pomada em potes de vidro escuro. Aperte as tampas bem e rotule. Guarde a pomada na geladeira logo que puder – dura 3 meses.
Fazer Compressas e Loções
As loções são preparados de ervas com uma base de água – como infusões, os decoctos ou as tinturas diluídas – que usam para banhar pele irritada. As compressas são panos ensopados numa loção e seguros contra a pele. Podem-se guardar loções no frigorífico 2 dias – no máximo -, em frascos esterilizados e tapados.
Prepare outra compressa assim que a anterior esfriar ou secar na epiderme.
1 – Impregnar Compressas – Prepare 500 ml de uma infusão, ou decocto, ou dilua 25 ml de água, para fazer uma loção.
Lave as mãos e ensope na loção um pano macio ou de flanela – limpos, é claro. Torça o pano.
2 – Aplicar Compressas – Esfregue a área afetada com o óleo, para evitar que a compressa se agarre, e depois coloque-a aí. Se houver dores e inchaço, enrole a compressa com película e deixe-a por 1 a 2 horas.
Fazer Xaropes
Como conservantes, o mel e o açúcar mascavo são eficazes e possíveis de se combinar com infusões ou decoctos para obter xaropes, mas estes também se podem obter da tintura – 1 parte para 3 de xarope. Ou, então, acrescentam-se pequenas porções de tintura a um xarope frio, para lhe aumentar a eficácia. Os xaropes têm a vantagem adicional duma ação apaziguante e, por conseguinte, são um veículo perfeito nas misturas para tosses e gargantas irritadas. Com o seu gosto doce, os xaropes disfarçam o das ervas desagradáveis ao palato e as crianças apreciam-nos grandemente.
Guarde-os num local fresco e escuro – 6 meses, no máximo. A dose-padrão é 5 a 10 ml, 3 vezes por dia.
1 – Preparar uma Infusão – Faça uma de 500 ml – ou decocto – aquecido durante o máximo de tempo para incrementar a ação da erva. As infusões precisam de fervilhar 15 min e os decoctos 30.
2 – Acrescentar Mel e Calor – Coloque o produto numa panela, ponha-lhe 500 g de mel ou açúcar mascavo, mexendo e aquecendo devagarinho até o adoçante se derreter e a mistura ficar xaroposa. Tire do fogo e deixe arrefecer.
3 – Enfrascar e Rotular – Com um funil, deite o xarope frio em frascos esterilizados e guarde-os em sítio fresco e escuro.
Tape-os com uma rolha de cortiça : os xaropes têm propensão para fermentar e explodir, se tiverem tampas de enroscar.
Fazer Óleos Infundidos a Quente
Infundir uma erva em óleo permite extrair-lhes os ingredientes oleosos e solúveis para os óleos infundidos a quente as ervas levam uma fervura e podem-se conservar 1 ano – embora sejam mais potentes quando utilizados logo.
Tantos os óleos infundidos a quente como a frio são usados para massagem, ou acrescentados a pomadas e unguentos, pode-se acrescentar um óleo essencial a um óleo infundido, antes de o enfrascar, para lhe aumentar a eficiência. Muitas ervas dão bons óleos infundidos a quente, principalmente as que servem para temperar – pimenta, gengibre, caiena. Esses óleos esfregam-se na pele para aliviar dores reumáticas e artríticas, melhorar a circulação sanguínea e relaxar os músculos.
1 – Ferver Ervas em Óleos – Misture 250 g de ervas secas, ou 500 g de frescas, picadas, 750 ml de azeite, ou óleo de girassol, numa tigela de vidro, em banho-maria. Tape e deixe ferver durante 2 a 3 horas.
2 – Coar o Óleo – Quando a mistura esfriar, deite-a num espremedor de uvas, onde montou um saco de rede. Apare o óleo num jarro, extraindo-lhe todo o líquido.
3 – Engarrafar e Guardar – Com um funil coloque o óleo infundindo em frascos limpos, de vidro escuro. Tape-os com rolhas de cortiça, ou tampas de enroscar, e rotule-os.
Duram 1 ano, mas obtêm-se melhores resultados se só utilizados nos primeiros 6 meses.
Fazer Óleos a Frio
Usam-se como os anteriores. A infusão a frio é o melhor método para plantas frescas, principalmente se tratar das partes aéreas mais delicadas, como as flores.
O azeite é particularmente bom para este método, visto ser raro rançar. estes óleos guardam-se durante 1 ano, embora se obtenha melhores resultados se utilizarem nos primeiros 6 meses.
1 – Infundir Ervas em Óleo – coloque 250 g de ervas secas, num jarro de vidro transparente. Despeje-lhes por cima 750 ml de azeite, para cobrir, tape o jarro e agite-o bem. Coloque-o num local que bata sol, como um peitoril, e deixe-o por aí por 2 a 6 semanas.
2 – Coar e Engarrafar – coloque a mistura num saco de pano fino, preso á borda dum jarro, e deixe o óleo filtrar-se. Esprema o resto do óleo, no fim.
Deite-o em frascos de vidro escuro, rotule-os e guarde-os.



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