DIGITE SUA PERGUNTA AQUI,ASSUNTOS DESTE BLOG
1. Evite dietas milagrosas em que há uma grande eliminação de peso em um curto período de tempo.
2. Não faça uma alimentação baseada em somente um tipo de alimento ou nutriente.
3. Mesmo tendo exagerado nos dias anteriores, faça, pelo menos, 5 refeições por dia.
10 minutos – Uma quantidade parecida com 10 colheres de chá de açúcar golpeiam seu organismo (100% da recomendação diária). Com essa quantidade de açúcar, você só não vomita imediatamente porque o ácido fosfórico quebra o enorme sabor de açúcar, permitindo que a Coca não fique tão doce.
20 minutos – O açúcar do seu sangue aumenta, causando uma explosão de insulina. Seu fígado responde transformando todo o açúcar em gordura (que nesse momento é abundante).
40 minutos – A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, sua pressão aumenta e, como resposta, seu fígado joga mais açúcar em sua corrente sanguínea. Os receptores de adenosina no seu cérebro são bloqueados, evitando que você fique entorpecido.
45 minutos – Seu corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do seu cérebro. Fisicamente, é exatamente isso que acontece se você tomar uma dose de heroína.
60 minutos – O ácido fosfórico prende o cálcio, o magnésio e zinco no seu intestino grosso, provocando um aumento no metabolismo. Essa junção é composta por altas doses de açúcar e adoçantes artificiais. Isso também faz você eliminar cálcio pela urina.
65 minutos – A propriedade diurética da cafeína começa a agir, e faz você ter vontade de ir ao banheiro. Agora é certo que você ira defecar a junção de cálcio, magnésio e zinco; que deveriam ir para seus ossos, assim como o sódio e a água.
70 minutos – O entusiasmo que você sentia, passa. Você começa a sentir falta de açúcar, que faz você ficar meio irritado e/ou com preguiça. Essa hora você já urinou toda a água da Coca, mas não sem antes levar junto alguns nutrientes que seu corpo iria usar para hidratar o organismo e fortalecer ossos e dentes.
Dieta nervosa
Uma combinação de alimentos inusitada permitiu que animais de laboratório se recuperassem de danos neurológicos na medula espinhal, equivalentes a doenças debilitantes no ser humano.
Para isso, eles foram alimentados com uma dieta enriquecida com o popular ácido graxo ômega-3 e com curcumina, um composto encontrado no açafrão (ou cúrcuma).
Segundo os cientistas da Universidade da Califórnia de Los Angeles, o suplemento ajudou a reparar as células nervosas e manter a função neurológica depois de danos degenerativos na região do pescoço.
No ser humano, danos similares são causados pelo envelhecimento.
Com isso, os cientistas apontam mecanismos preventivos de combate à condição por mudanças na dieta, em vez de tratamentos farmacológicos ou cirúrgicos posteriores, que geralmente não alcançam os resultados esperados.
Açafrão com ômega-3
"O envelhecimento natural frequentemente estreita o canal espinhal, fazendo pressão sobre a medula espinhal e danificando os tecidos," explica o Dr. Langston Holly, coordenador do estudo.
"Embora uma cirurgia possa aliviar a pressão e evitar danos maiores, a cirurgia não consegue reparar danos às células e às fibras nervosas. Nós queríamos ver se uma suplementação dietética poderia ajudar a medula espinhal a reconstruir-se a si própria," completa.
E por que eles escolheram o açafrão e o ômega-3?
O ácido docosahexanoico (DHA) é um ácido graxo com poder para reparar as membranas celulares - ele vem apresentando bons resultados também para prevenir o Mal de Alzheimer.
Já a curcumina é um poderoso antioxidante que, além de evitar inflamações, é um reforçador do sistema imunológico, destrói células do câncer e está sendo usado também contra o câncer de pele.
Mielopatia cervical
Nas cobaias, os pesquisadores simularam a mielopatia cervical, uma condição progressiva que é a principal causa de dificuldades de andar em pessoas com idade acima dos 55 anos.
A mielopatia cervical pode levar a sintomas neurológicos debilitantes, como problemas para andar, dores no pescoço e nos braços e fraqueza nos membros.
A dieta conseguiu eliminar o problema nas cobaias.
"O DHA e a curcumina parecem acionar vários mecanismos moleculares que preservaram as funções neurológicos nos animais," disseram os pesquisadores. "Este é um primeiro passo encorajador para entender o papel da dieta na proteção do corpo contra doenças neurológicas."
Fonte: Diario da saúde